Segundo o presidente da Fetag, Carlos Joel da Silva, o método para o cálculo de preços está desatualizado. “O que acontece é que os parâmetros que discutem o custo de produção foram construídos em 2016 e não houve uma recomposição e, com isso, temos o custo considerado para definir o preço de referência a menos de R$ 1”.
“As empresas estão trabalhando acima do preço de referência para cumprir e assim obter os benefícios fiscais do estado, mas é preciso alinhar para chegar ao custo real”, completa.
Fonte: Canal Rural